Ou mate ou morro.

Já ouviram falar da expressão gaúcha “morrer com a cuia na mão”?  Este na foto é meu bizavô paterno e esta é a pitoresca imagem na sua lápide, no cemitério de Taquari/RS. De triste basta a morte deve ter pensado, o finado ou quem escolheu o retrato para eternizar em louça, cromo, mármore e gauderisse o Seu Carlinhos. Infelizmente não nos cruzamos neste plano, mas conhecendo seus descendentes, o senso de humor ou certa atitude não protocolar, deve ser alguma herança não tangível de família. Mesmo que dê nos dedos por vezes. E ele já fez seguidores. O filho também saiu, desta, igualzito ao pai: também segurando o mate em seu epitáfio. Dá morte ninguém escapa, mas é bom estar previnido. Vai que no céu não tenha chimarrão!

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5 comentários sobre “Ou mate ou morro.

  1. Iuri disse:

    Isso já foi comentado: o chimarrão foi adotado com muito entusiasmo pelas comunidades teutodescendentes do RS. Um produto e hábito tipicamente indígena (como vários outros), já com transformações de uso pelos castelhanos e portugas, incorpora-se no dia a dia da alemoada. Bacana isso. Pena que alguns teimem nesse negócio de “pureza étnica”. Somos todos mix culturais e genéticos.

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