Ora bolhas

16864965_1202792549834465_2401035974375272105_nFoi o tempo em que “falar mal” de alguém ou de alguma coisa somente prejudicava esse objeto. A publicidade, o marketing político e a fofoca se reinventaram por conta disso.
Má fama ou valores polêmicos, também alimentam a celebridade. Bolsonaro tem eleitores e o goleiro Bruno, recém libertado, têm namorada e propostas de trabalho. E, com certeza, esse público têm suas motivações “racionais” ou, até, do bem.
Hoje pode surtir o efeito inverso divulgar qualquer conteúdo ou conceito, com era no tempo das “aldeias” geográficas e das fronteiras físicas. Elas viraram as “bolhas” nas redes sociais, as quais só se comunicam entre elas por filtros e só se alimentam com o que se identificam.
Há pouco escutava dois estudiosos discutindo sobre o assunto na TV, que não confirmei os créditos. Uma notícia falsa não se espalha, apenas porque alguém cria o fato e usa espertamente um sistema de transmissão mas, ela ganha divulgação espontânea e exponencial, também por quem sabe que essa informação é falsa. Verdadeira ou nem tanto, com valores positivos ou negativos, para uma importante parcela dos replicadores, não importa realmente. Importa esse conteúdo compartilhado, de alguma forma, “fundamentar” o ponto de vista, a crença e/ou o preconceito próprio ou de seus pares.
Isso inclui todos nós.
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